Calos

Poema escrito em parceria a Pedrocha, amigo e escritor do Enquanto a Vodka Não Acaba. Nossos amigos vão perceber quem escreveu que parte.

Corações quebrados
Copos lascados
Derramando todo o leite
Para poder ser encontrado.

Caminhando sob o sol
No país das maravilhas
O coração de lata nas mãos
O amor vira vergonha, então.

Vou correr para longe
E ficar sozinho no meio da multidão.
Preciso me encontrar
Pra achar a saída do labirinto.

Onde está minha vontade
De dominar o que está ao meu alcance
O horizonte está cada vez mais longe
E eu sou um verme paralítico.

Tenho calos nas mãos
Mais ainda no coração
vivendo, correndo sozinho
Sozinho na multidão.

As árvores se movem
A cada passo que dou
Minha cabeça só pensa
Em quem amei, mas não voltou.

Eu vejo tudo o que quero comer
Do alto desse abismo
Me joguei pra buscar o que quero
Mas minhas asas não querem funcionar.

O que posso fazer
Já que não quero mais viver?
Agora só me resta
Cair e morrer.

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~ por tikogabbagabba em 28/04/2010.

5 Respostas to “Calos”

  1. vey, fico mt massa. mt massa msm. eu so achei q o final de cair e morrer fico mais ou menos. e a parte do coraçao de lata e pais da maravilha fico foda d+. mt fino.

  2. ._. ah, dos q vc já postou eu achei um dos melhores.

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